Dom Aldo Pagoto documenta passo a passo os esforços abortistas do PT, desmascarando a estratégia eleitoreira de ocultação. Petista é assim mesmo: mente na cara dura. É como Fidel Castro dizendo: "Em Cuba não há presos políticos".
E mentira é coisa democrática. Onde mente um, mentem dois, não é mesmo? Digo isso como preâmbulo a este brado retumbante: chupa, Chalita!
Mas a pergunta que fica é a seguinte: caso eleita, como Dilma faria para, driblando o desgaste político, dar continuidade à agenda abortista do PT?
A resposta é simples: plebiscito. Um, dois, tantos e quantos se façam necessários. É só encher de grana o rabo das ONGs e elas terão prazer em executar o trabalhinho sujo que invariavelmente lhes cabe. Foi o que fizeram em Portugal.
Alguns andaram aplaudindo a criptoabortista Marina Silva e sua proposta de plebiscito. A diferença entre Dilma e Marina é quase tão nula quanto a beleza das duas. Dima diz: "Não vou descriminalizar o aborto". Marina completa: "Vocês é que vão".
E não esqueçamos que José Serra, em termos de estratégia sorrateira, também não fica atrás. Foi ele quem, cedendo aos grupos de pressão pró-aborto, torceu o Código Penal a fim de transformar crime não punível em direito garantido pelo Estado. Não foi preciso lei, plebiscito nem campanha. À luz noturna das madrugadas ministeriais, o vampiro cravou os dois dentes na jugular dos brasileiros, ajudando o peão abortista a avançar muitas casas.
Deus realmente existe e é brasileiro, como prova este nosso milagre eleitoral: nenhum candidato é a favor do aborto, mas todos o favorecem com a devida e santa cara-de-pau.
0 comentários:
Postar um comentário